Gratuito para o ensino

Tudo para começar bem.

O manual do jogo, as propostas pedagógicas e as respostas às suas perguntas num só lugar.

Documentação

Está tudo escrito

Dois livros — para ler em PDF no browser, ou para levar em EPUB — mais o guia integrado na aplicação, 📖 Guia do jogo, nas vinte e seis línguas, legível offline como tudo o resto. As capturas de ecrã não são maquetas, e cada grelha mostrada traz o seu código: reabra-a no jogo e jogue o que lê.

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O manual do jogador
(Aprender a jogar com o InZeDoku)

Tudo o que o jogo sabe fazer, modo a modo, definição a definição: os três modos de base, os dezasseis conjuntos temáticos, os cinco tabuleiros, as opções de geração, as ajudas, o teclado, o código de partida letra a letra, e as duas versões.

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Dossiê de propostas pedagógicas
(Aprender a calcular e a ler com o InZeDoku)

Escrito para si, que ensina, e não para a criança — não é um manual para aprender a jogar, disso trata o outro livro. Este responde a outra pergunta: o que se faz com o jogo, com vinte e cinco alunos e cinquenta minutos? Uma aula em quatro tempos — no quadro, em grupos, sozinho, como trabalho de casa — e fichas ordenadas por noção, das primeiras adições às frações e aos números decimais. Nada é uma ordem: na sua turma manda o professor.

Perguntas frequentes

Antes de começar

O sudoku não é demasiado complicado para uma criança?

Não, porque o jogo começa em duas células de lado, onde não há nada a procurar, e cresce uma célula de cada vez. A regra mantém-se a mesma do 2×2 ao 26×26; só o comprimento do raciocínio aumenta, muito progressivamente. Escolhe-se o tamanho de partida, escolhe-se o de chegada, e nada obriga a ir mais longe do que a turma acompanha.

O que bloqueia exatamente a versão gratuita?

As grelhas da gama gratuita podem ser concluídas. Fora dessa gama, pode experimentar opções avançadas com um limite de preenchimento. Os detalhes estão na página Versões.

Quanto custa a versão completa?

2 € por ano, ou 10 € para sempre, à escolha, no Google Play. O jogo recusa os dois financiamentos habituais de uma aplicação gratuita — a publicidade e a recolha de dados — e não pede nenhuma conta: é gratuito para o ensino e financiado por quem lhe ganha o gosto. A versão gratuita deixa experimentar tudo, sem limite de tempo; a completa levanta os limites de preenchimento e acrescenta à impressão a lista de resolução e o caminho do jogador. A licença comprada passa também para a versão web, por um código QR a partir do telemóvel. É a loja que gere o pagamento, nunca o jogo: não vê nenhum dado de pagamento.

As minhas partidas ficam guardadas em algum lado?

No aparelho, e em nenhum outro lado: nada é enviado, nada é guardado online, nada segue uma conta. O reverso: se desinstalar o jogo, as suas partidas desaparecem com ele, e não há de onde as recuperar. Se uma partida lhe importa, copie o seu código de estado — a cadeia que traz a grelha e tudo o que nela escreveu — e guarde-o onde quiser.

Um código de partida ainda funcionará daqui a cinco anos?

Sim. O código não traz a grelha mas o necessário para a refazer, e começa pela versão do gerador que a fabricou — G1, G2… Como os geradores anteriores são conservados, um código nunca deixa de funcionar: o que distribuir este ano abrirá a mesma grelha daqui a cinco anos. Uma chave de controlo, no fim, apanha qualquer erro de escrita e qualquer troca de dois caracteres vizinhos.

Como jogo a mesma grelha que um amigo, ou que uma turma inteira?

Pelo código de partida — uma pastilha por baixo das ferramentas, um toque copia-o — que o outro escreve, cola ou lê como QR a partir do botão Código do ecrã inicial. Para transmitir uma partida em curso, com os seus valores e as suas notas, o botão marcado com uma grelha copia o código de estado. E quando não há nem ecrã nem telemóvel, o papel: a grelha impressa traz o seu código e o seu QR.

Pode jogar-se com letras, sílabas ou palavras?

Sim: um diálogo da aplicação deixa-o escrever os símbolos de uma grelha — letras em minúsculas ou maiúsculas, sílabas, palavras, algarismos precisos, até emojis. A regra não muda, e o código de partida leva os símbolos consigo: a grelha partilha-se por código ou QR como as outras. É assim que um sudoku se torna um exercício de leitura — quatro exemplos na secção Aprender.

O jogo funciona sem ligação?

Inteiramente. A aplicação não declara nenhuma permissão de rede: uma vez instalada, nunca mais precisa de internet, e uma escola não tem nada a abrir na sua firewall. A versão web só precisa da rede para carregar a página da primeira vez — e, se lhe tiver transferido a sua licença, para a verificar.

Em que aparelhos?

Jogue InZeDoku num telemóvel ou tablet Android, num computador Windows e no navegador. A versão web abre sem instalação em web.inzedoku.com.

Um teclado e um rato ligados a um telemóvel ou a um tablet também funcionam: nada é reservado à secretária.

Posso jogar no computador em vez do telemóvel, e passar de um para o outro?

Sim, nos dois sentidos, e sem conta: a versão web em web.inzedoku.com tem todas as geometrias, todos os modos e todos os níveis. Cada lado sabe mostrar um QR e ler um — Código → Ler um QR — e cada lado sabe copiar um código e colar um — Código → Colar uma partida. O botão QR mostra a grelha, ou a partida tal como está, valores e notas incluídos, se ligar o interruptor; o botão grelha copia o código de estado da partida: onze caracteres sem notas, um a mais por cada valor colocado.

O mesmo código dá exatamente a mesma grelha de ambos os lados — medido grelha a grelha, não suposto. Retoma, portanto, exatamente onde estava, e pode voltar no outro sentido tantas vezes quantas quiser.

A versão web é completa?

Sem licença, tem a mesma gama que a versão gratuita: tudo se abre, e para lá disso é uma demonstração. Com a versão completa no seu telemóvel, mostre-lhe o QR de licença: a versão web torna-se completa. Só um browser a pode deter de cada vez, e ela verifica-a online de cinco em cinco minutos; se a verificação falhar — sem ligação, ou licença passada a outro browser — volta à gratuita sem fechar nem perder nada. O telemóvel, esse, guarda sempre a sua licença, e pode reiniciá-la para a retomar a um browser que ainda a detivesse.

E as grelhas muito grandes num telemóvel?

O zoom com dois dedos e o deslocamento funcionam em todo o lado, mas um 16×16 não cabe confortavelmente num telemóvel. Da primeira vez que ultrapassar nove células de lado, o próprio jogo o diz: esses tamanhos jogam-se melhor no browser, num ecrã grande, com rato e teclado. Passe-lhe a partida, como explicado acima, e continue do outro lado.

O jogo diz-me quando me engano?

Pode assinalar os conflitos — colocar um valor que contradiz uma célula já preenchida — mas essa definição está desligada por defeito. Em contrapartida, nunca lhe diz que um valor está errado em relação à solução enquanto não contradisser nada: isso seria jogar no seu lugar. A pré-visualização mostra tudo — mas é um gesto que pede explicitamente.

Sou daltónico. O Colodoku é jogável?

Sim. A definição Daltonismo escolhe-se por tipo — deuteranopia, protanopia, tritanopia, acromatopsia — porque os daltonismos não se compensam da mesma maneira. No Colodoku, junta-se um símbolo por cima da cor; no multidoku, as molduras passam para um eixo que o seu tipo distingue, ou para padrões de traço quando nenhuma cor é percebida. E algumas marcas do jogo não assentam na cor em nenhuma definição: a pastilha cheia de uma gaiola certa, a cruz vermelha de uma cor repetida, o ponto preto de um valor dado.

Em que línguas?

Vinte e seis: as vinte e quatro línguas oficiais da União Europeia, mais o turco e o luxemburguês — e a escrita decimal segue a língua, ponto ou vírgula. A língua muda-se a partir do menu ☰ do ecrã inicial, não no fundo das definições: é a primeira definição de que se precisa.

Uma pergunta sobre o InZeDoku?

Para descobrir o jogo, preparar a sua utilização na aula ou conversar sobre um projeto, fale com Jacques Lovi.

Ao marcar, indique InZeDoku e o motivo do seu pedido.